À redescoberta da bicicleta
Tudo começou em finais de 70, onde me lembro bem da felicidade que senti quando finalmente consegui o equilíbrio em duas rodas e pude dizer: Eu sei andar de bicicleta! Mais tarde (1981), com a minha primeira bicicleta, uma BMX oferecida pelos pais, percorri todos os caminhos e montes dos locais onde passava férias. Por volta dos 15 anos, com o meu primeiro salário, comprei a minha outra bicicleta, de ciclismo, talvez por ter visto ao vivo uma etapa da Volta a Portugal, na Costa Nova em Aveiro. Devo dizer que foi bastante bonito ver todas as “máquinas” a brilhar ao sol, o colorido dos equipamentos e a camaradagem entre os particpantes. Com o passar dos anos, a estética das BTT aliada à facilidade de usar as mudanças o que permitia subir encostas “na boa”, fizeram-me querer uma bicicleta destas.
Desde então, guardo comigo algumas BTT com mais de 5 anos (da minha irmã, da minha namorada que ainda está a aprender a andar de bicicleta e a minha, oferecida por uma marca de esquentadores, do género da dos “hipermercados”), para além da de ciclismo e a BMX, chegando a usar a minha há cerca de 2 anos para ir e vir do trabalho. Depois disso, tem estado na varanda á chuva no Inverno. Apanhou alguma ferrugem, os travões Cantilever já chiam, os pneus têm marcas de “cieiro”, etc. Foi mesmo descuido.
Há cerca de 3 semanas, após uma partida de ténis cancelada, enchi-me de coragem e toca a passear de bike com um amigo. Peguei na minha BTT, a tal com ferrugem, enchi-lhe os pneus, limpei-lhe o pó, pus óleo na corrente e toca a andar. Devo dizer que adorei! O centro de Aveiro, com as suas ciclovias feitas de propósito para as bicicletas, o caminho paralelo ao IP5 e junto à Ria, enveredando-se de seguida em direcção a Ilhavo, e depois Vagos, com passagem pela Vista Alegre. Sempre com o rio por perto, segue-se depois para a Praia da Vagueira. Daí até á Costa Nova é um “esticão” pelo alcatrão e a paisagem terá que ter obrigatoriamente uma ciclovia para ligar estes dois pontos. Aproveita-se o Mercado para se comprar alguns camarões e fruta, faz-se um piquenique junto ao Cais onde param os moliceiros e regressa-se a casa, cansado mas muito feliz, ansiando por um próximo passeio, mas desta vez com mais fotografias.
Tal passeio fez-me voltar a interessar pelas bicicletas, a ponto de pegar na minha BMX antiga, retirar a antiga pintura, comprar-lhe acessórios novos no valor de 17,00 € (travões, corrente, pedais e lata de tinta) e voilá, tenho uma nova bicicleta que entretanto serviu para eu intensificar as aulas à minha namorada, que também ficou entusiasmada com o renascer do meu interesse pelas bicicletas.
BMX antes

e BMX depois
Desde então, guardo comigo algumas BTT com mais de 5 anos (da minha irmã, da minha namorada que ainda está a aprender a andar de bicicleta e a minha, oferecida por uma marca de esquentadores, do género da dos “hipermercados”), para além da de ciclismo e a BMX, chegando a usar a minha há cerca de 2 anos para ir e vir do trabalho. Depois disso, tem estado na varanda á chuva no Inverno. Apanhou alguma ferrugem, os travões Cantilever já chiam, os pneus têm marcas de “cieiro”, etc. Foi mesmo descuido.
Há cerca de 3 semanas, após uma partida de ténis cancelada, enchi-me de coragem e toca a passear de bike com um amigo. Peguei na minha BTT, a tal com ferrugem, enchi-lhe os pneus, limpei-lhe o pó, pus óleo na corrente e toca a andar. Devo dizer que adorei! O centro de Aveiro, com as suas ciclovias feitas de propósito para as bicicletas, o caminho paralelo ao IP5 e junto à Ria, enveredando-se de seguida em direcção a Ilhavo, e depois Vagos, com passagem pela Vista Alegre. Sempre com o rio por perto, segue-se depois para a Praia da Vagueira. Daí até á Costa Nova é um “esticão” pelo alcatrão e a paisagem terá que ter obrigatoriamente uma ciclovia para ligar estes dois pontos. Aproveita-se o Mercado para se comprar alguns camarões e fruta, faz-se um piquenique junto ao Cais onde param os moliceiros e regressa-se a casa, cansado mas muito feliz, ansiando por um próximo passeio, mas desta vez com mais fotografias.
Tal passeio fez-me voltar a interessar pelas bicicletas, a ponto de pegar na minha BMX antiga, retirar a antiga pintura, comprar-lhe acessórios novos no valor de 17,00 € (travões, corrente, pedais e lata de tinta) e voilá, tenho uma nova bicicleta que entretanto serviu para eu intensificar as aulas à minha namorada, que também ficou entusiasmada com o renascer do meu interesse pelas bicicletas.
BMX antes

e BMX depois


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